QUAL A IMPORTÂNCIA DO ENDOMARKETING NA ORGANIZAÇÃO MODERNA?

As comunicações mudaram e as organizações fazem parte desse processo, sendo o fluxo de comunicação um fator determinante no sucesso empresarial. Vivemos numa era onde as informações são compartilhadas de forma rápida e de alta competitividade mercadológica devido à globalização. Saber repassar a mensagem almejada para os clientes internos e externos são diferenciais competitivos importantíssimos nesse cenário globalizado, por isso o crescimento do Marketing nas organizações.

Quando abordamos essa questão com nossos clientes percebemos uma dificuldade na criação de mecanismos de interação entre a empresa e colaboradores, ou pelo desconhecimento de ações que o impulsionem ou pelo custo financeiro.

O princípio organizacional consiste em impulsionar a comunicação externa com propaganda, mídias digitais e ações sociais com o propósito de aumentar seus lucros, visibilidade e admiração social. Entretanto, nenhuma dessas ações proporcionará resultados efetivos se os clientes internos, isto é, os colaboradores, não estiverem alinhados com os objetivos e metas estabelecidos pela organização.

É nesse cenário de alta competitividade e fluxo intenso de informações que as organizações modernas estão inseridas e estratégias que utilizem a comunicação, como fator de diferenciação, são fundamentais.

Vamos definir o que é o Endomarketing, seus benefícios e uma das ações fundamentais dessa estratégia.

Endomarketing é uma estratégia de Marketing Institucional voltado ao público interno. O mesmo ajuda a criar uma boa imagem da organização perante seus colaboradores, motivando-os. Uma das ações fundamentais do Endomarketing é a comunicação interna. O compartilhamento de informações da organização com seu público interno é uma ação excelente de engajamento dos colaboradores, desde que seja feita de forma eficiente.

As informações compartilhadas podem variar de acordo com a organização, mas algumas comumente utilizadas são:

  • Apresentação da missão, visão e valores do negócio.
  • Metas e objetivos organizacionais.
  • Feedback.
  • Metas por departamento.

Sabendo quais são as informações compartilhadas na organização, qual a importância disso na relação empresa e colaborador?

  • Aumento de produtividade.
  • Reverte dificuldade no comprometimento dos colaboradores
  • Motivação das equipes.
  • Alcance de metas e objetivos.
  • Melhora no clima organizacional.
  • Queda do Turnover (índice de rotatividade de colaboradores)

Lembrando que esses são alguns dos benefícios da utilização do Endomarketing. O Marketing em conjunto com o setor de Recursos Humanos são os responsáveis pela elaboração das estratégias que aprimorem a relação da organização com o colaborador visando os objetivos e benefícios comentados.

Ocorre que as organizações negligenciam a comunicação com seus clientes internos pela questão financeira e quando analisamos a aplicação do Endomarketing no mercado percebe-se que um alto investimento para melhorar o fluxo de comunicação não é necessário; com apenas algumas ações é possível instituir boas práticas possibilitando ganhos reais, desde financeiros aos motivacionais.

A seguir, algumas ações de baixo custo que melhoram a relação organização e colaborador:

  1. Desburocratize os processos.
  2. Fale em tom de igualdade.
  3. Olhe nos olhos.
  4. Não seja impulsivo.
  5. Utilize canais de comunicação acessíveis.
  6. Não guarde dúvidas, pergunte!

Excelente, entendi o conceito de Endomarketing, os benefícios e ações de baixo custo que podem melhorar a percepção do meu público interno e me interessei em aplica-los no meu negócio, mas quais ferramentas podem ser utilizadas para melhorar minha comunicação interna?

  1. E-mail.
  2. Mural de avisos.
  3. Jornal interno.
  4. Caixa de sugestões.
  5. Intranet
  6. Vídeos internos.
  7. Eventos sociais.

O Marketing vai além de explorar, criar e entregar valor para satisfazer necessidades e desejos não realizados de um mercado-alvo. Ele é o responsável por manter toda a organização abastecida com informações vitais para tomada de decisão e assertividade nas atividades propostas.

Conheça o seu cliente interno, ele é de suma importância no alcance de seus objetivos organizacionais e na realização das atividades cotidianas do seu negócio!

Artigo escrito por: Igor Peixoto. 

Consultor da Agilitá Consultoria. 


 

Uma pesquisa realizada em abril de 2016 pela Nielsen/IBOPE mostrou que 7 em cada 10 pessoas disseram que preferem assistir a conteúdos em vídeo sob demanda (como os da Netflix) do que por tv aberta/fechada, além do que os brasileiros passam em média 5 horas de olho no que acontece na internet ao invés de revistas ou jornais.  

Com essa informação, é possível perceber que o outbound marketing (marketing tradicional) já não tem mais tanta força nos dias atuais em comparação a alguns anos atrás, mas também não quer dizer que ele está completamente extinto.  

O fato é que o marketing mudou muito nos últimos dez anos, e ultimamente é percebido que os consumidores já não toleram mais as interrupções e preferem por conta própria procurar por algo que os atraia. É aí que entra o inbound marketing (ou marketing de atração), que consiste em criar conteúdos relevantes e de interessse para determinado público-alvo, a fim de atraí-los de forma espontânea, sem forçar um contato invasivo. As empresas que fazem uso do inbound marketing atualmente com certeza atraem mais público, além do que possuem uma maior probabilidade de fechar negócios e conquistar mais fãs.  

Como visto, a maioria das pessoas hoje em dia busca conteúdo na internet, então o inbound marketing é a maneira mais assertiva de fazer negócios no mundo online. Sendo assim, no inbound há mais abertura pra um relacionamento mais próximo e duradouro com os seus clientes, por isso você pode esperar:  

  • Uma comunicação mais aberta, onde sua marca e os seus clientes vão se engajar e a interação será aberta e constante.  
  • Continuidade, pois ao invés de interromper o seu público-alvo, você irá atraí-lo com mensagens e conteúdos convenientes para ele.  
  • Aumento no engajamento a partir de um relacionamento de confiança criado pela geração de valor sem interrupções.  

A ideia de interromper pessoas, tendo de parar o seu fluxo natural, estejam elas navegando pela internet, ouvindo um programa de rádio ou assistindo tv é o que fez com que muitas empresas percebessem que na verdade ao invés de estarem ajudando, elas as estavam atrapalhando. E ao contrário do que se pensa, o outbound marketing pode ser feito também na internet e não somente nas mídias offline.  

ENTÃO, QUAIS OS BENEFÍCIOS DO USO DO INBOUND MARKETING?  

  • Contemplação do público-alvo 

Fazendo o uso do inbound marketing no seu negócio, a sua empresa terá maiores chances de contemplar o seu público-alvo, uma vez que quem vai até a sua empresa é o próprio cliente por espontânea vontade. Além do que, investir no inbound é mais barato, uma vez que os investimentos no outbound costumam ser mais caros e menos controlados.  

  • CAC adequado 

CAC significa “custo de aquisição de clientes”, e no inbound esse custo será mais reduzido e adequado às necessidades da sua empresa.  

  • Credibilidade e visibilidade 

Com a geração de conteúdo relevante e de qualidade, a sua empresa ganhará mais visibilidade e credibilidade no ambiente online com o uso do inbound marketing. Sendo assim, além de gerar mais leads e atrair mais clientes, a empresa poderá se tornar uma referência no segmento da web.  

Como vimos, fazer o uso do inbound marketing pode ser de grande importância para a sua empresa por conta dos inúmeros benefícios que ele agrega. E você, já adotou a prática do inbound marketing? Se sim, ótimo, você está no caminho certo. Se não, não perca mais tempo e comece o seu planejamento de estratégias de inbound marketing para começar a pôr em prática, pois muito em breve essa forma de marketing não será mais um simples diferencial, e sim uma forma de sobrevivência. Até a próxima! 😉  

 

Artigo escrito por Nicholas Sanguinetti  

Analista de Mídias Sociais da Agilitá Consultoria  

 

REFERÊNCIAS:  

https://rockcontent.com/guia/inbound-marketing/ 

https://marketingdeconteudo.com/o-que-e-inbound-marketing/ 

https://viverdeblog.com/o-que-e-inbound-marketing/ 

https://digitalland.com.br/blog/5-beneficios-do-inbound-marketing-para-sua-empresa  

https://www.youtube.com/watch?v=_8yE80oGwy8  


 

O comércio eletrônico ou E-commerce na modalidade B2C (Business to consumer) é totalmente voltado para o consumidor final. A estratégia de negócio só é caracterizada E-commerce quando a transação é feita online e atualmente as três maiores potências na América latina são: Brasil, Argentina e México.

Segundo o site Remarkety o Brasil ocupa a 10ª posição no cenário internacional. O crescimento desta estratégia de negócio vem crescendo de acordo com a mudança de comportamento do consumidor, se adaptando as novas tecnologias, ferramentas e outras inúmeras causas que influenciam o canal da compra, por exemplo, a comodidade.

COMO COMEÇAR? 

Antes de qualquer coisa devem-se fazer três perguntas: O que vender? Para quem vender? Quem serão meus fornecedores?

Após essa reflexão, você certamente terá uma ideia acerca do seu produto.

  • Defina o nicho de mercado:

Antes de dar início ao seu negócio, deve-se pesquisar e estudar bastante sobre o seu nicho de mercado e micro nicho de mercado, pois a partir deles é que você terá uma noção se existe demanda do seu produto. Supondo que você queira atuar no ramo da moda, defina um nicho neste mercado no qual você se identifica, por exemplo, a moda plus size, moda praia e moda íntima.

  • Faça o seu planejamento:

Esse é o momento em que se deve parar e buscar conhecimento sobre o nicho de mercado escolhido para dar os primeiros passos gradativos no seu negócio. O planejamento traçado nesta etapa vai lhe dar condições de conhecer seus principais concorrentes, os melhores produtos, e o seu público-alvo.

  • Audiência:

Estude e pesquise sobre seu público, seja claro ao definir o público-alvo, pois querer vender produtos variados para diversos perfis de consumidores é uma das maiores ciladas que os empreendedores cometem. Escolha bem seu público, porque sem ele não haverá vendas.

  • Produto:

Escolha bem o produto com base no nicho de mercado escolhido e em seu Público-alvo. Lembre-se: primeiramente defina um único seguimento de produto para investir, pois com o engajamento e crescimento de sua persona, é que você poderá inserir novos produtos que agregue valor ao seu negócio.

  •  Fornecedores:

Pesquise sobre seus fornecedores, leve em conta o preço, qualidade, seriedade e a procedência do fornecedor.

  • Canal de audiência:

O Canal de audiência é o caminho que você vai encontrar seus potenciais clientes e buscar uma alternativa para interagir com eles. Hoje, temos inúmeras ferramentas que nos possibilitam essa interação, por exemplo: o Facebook, Instagram e Mercado Livre. Você pode criar fanpages ou contas comerciais onde você poderá impulsionar seu produto e fazer com que todos possam acessá-lo, assim como também pode criar o próprio blog da sua marca, procure uma plataforma que lhe disponha a vinculação e instalação de métodos de pagamentos.

Após seguir todos esses passos, você está apto a iniciar o seu negócio! É importante a criação de relatórios de acompanhamento que possibilitem maior assertividade nas ações estabelecidas, sejam eles semanais, quinzenais ou mensais. Invista no relacionamento com o cliente, pois uma relação positiva proporcionará feedback e maior engajamento dos seu público. Vale ressaltar também que deve-se tomar cuidado com a aparência e descrição dos seus produtos, afinal, a primeira impressão é a que fica.

REFERÊNCIAS

https://www.ecommercebrasil.com.br/

https://ecommercenapratica.com/

Artigo escrito por Túlio Rafael 

Especialista em auditoria de cartões de crédito e débito da Agilitá Consultoria 


O Google AdWords é uma das ferramentas que mais gera receita e campanhas de sucesso no marketing de conteúdo atualmente. Muitas pessoas já ouviram falar da ferramenta, no entanto, não sabem para que ela serve ou como ela pode ajudar a gerar receita de forma efetiva no Marketing Digital. O presente artigo visa explicar de forma resumida o que é o Google AdWords e como essa ferramenta pode ajudá-lo a aumentar a visibilidade da sua marca na internet, se destacando das demais concorrentes. Então, se você tem vontade de começar a utilizar a ferramenta a favor do seu negócio, boa leitura.

O Google AdWords é uma plataforma de publicidade paga da gigante Google, que disponibiliza esse serviço para que as marcas possam fazer os seus anúncios. Os anúncios são exibidos em forma de links patrocinados que ficam evidenciados na página de busca do Google, se destacando frente às pesquisas orgânicas, podendo ser visualizados por pessoas que pesquisam assuntos relacionados às palavras-chave escolhidas para os anúncios em questão. As outras formas de anúncios disponibilizadas, são: banners e vídeos que podem ser exibidos em áreas especiais e de visibilidade em diversos sites parceiros do Google, além de anúncios em vídeos no YouTube.

Como funciona? As empresas que anunciam no AdWords não tem que pagar pelo número de impressões em seus anúncios, mas sim pela quantidade de cliques (PPC – pagamento por clique) que esses anúncios receberam. Basicamente, depois que o anúncio é feito, a empresa só precisará pagar pela quantidade de pessoas que clicaram no link do seu anúncio. E se o link não receber nenhum clique? É simples, a empresa não paga nada. Os anúncios podem ser facilmente identificados na página de pesquisa, pois um indicador com a palavra “anúncio” é mostrado ao lado dos anúncios disponíveis. Dessa maneira fica fácil saber qual é o resultado orgânico e o pago.

Por que é válido anunciar no Google AdWords?

Os anúncios podem ser muito bem segmentados, ou seja, o seu anúncio alcançará as pessoas certas de acordo com o interesse delas, então as chances de você gerar leads e conseguir novos clientes para o seu negócio são gigantescas. A ferramenta disponibiliza diferentes formas de segmentação para que a exibição dos anúncios seja ainda mais eficaz e assertiva, sendo elas:

  • Keywords ou palavras-chave: os anúncios serão exibidos para um público que realizar pesquisas de acordo com palavras-chave específicas no Google.
  • Segmentação por tópicos e canais: É possível escolher algum tópico específico e o anúncio será exibido em sites relacionados a esse tópico.
  • Público-alvo: A segmentação por público-alvo permite exibir anúncios para pessoas que estiverem navegando em websites, usando aplicativos, ou assistindo vídeos que não tenham a ver com seu produto ou serviço.
  • Local de exibição do anúncio: É possível escolher onde os anúncios serão exibidos: em mecanismos de pesquisa, sites, blogs, etc.
  • Idade, local e idioma: Faixa etária, localização e idioma são opções que podem ser especificadas para o seu público.
  • Frequência dos anúncios: É possível escolher os dias em que os anúncios ficarão disponíveis.
  • Segmentação por dispositivos: Os dispositivos onde os anúncios serão exibidos também podem ser especificados, sendo eles: computadores, celulares, laptops, etc.

É sabido por todos que o Google é o maior mecanismo de busca do mundo, e só no Brasil ele detém cerca de 96% do market share de pesquisas, o que já é um bom motivo para pensar em anunciar no AdWords. Os anúncios funcionam como um leilão pela palavra-chave pesquisada, e o processo determina quais anúncios serão exibidos para essa pesquisa e em que ordem serão exibidos nos resultados de busca. No entanto, o leilão de anúncios independe somente do valor dado no lance para os anúncios, uma vez que não somente o lance é levado em consideração, mas também o índice de qualidade do anúncio (Ad Rank).

Ou seja, se o seu lance e índice de qualidade forem maiores que o do seu concorrente, o seu anúncio se posicionará na frente do dele. O índice de qualidade engloba: o índice de qualidade do seu anúncio, das suas palavras-chave e da landing page (página de destino).

Não tem segredo: um bom anúncio, bem segmentado, acompanhado de bons lances e com um bom nível de qualidade resulta em visibilidade e sucesso para o seu negócio. Então, se você ainda não está fazendo o uso dessa ferramenta, repense as suas estratégias de Marketing Digital e inclua os anúncios no Google AdWords no seu próximo planejamento.

Referências:                                    

http://agenciaadwordscertificada.com.br/como-funciona-o-leil%C3%A3o-do-adwords.html

https://marketingdeconteudo.com/google-adwords/

Artigo escrito por Nicholas Sanguinetti 

Analista de Mídias Sociais da Agilitá Consultoria 


Esta suposição é um MITO.

O carnaval é um evento anual que existe desde meados do século XIX no nosso país, e ele não é um empecilho no que diz respeito a atingir seus objetivos. Será que você não esqueceu dele ao definir as suas metas?!

Você, como empreendedor, deve levar em consideração a sazonalidade do evento ao definir suas metas do mês. Considere as particularidades do seu negócio, pode ser que o período do carnaval represente o melhor mês de faturamento do ano para a sua empresa.

Para definir uma meta comercial mais assertiva e atingível, considere os dias úteis e reveja as estratégias para que o período em que seu negócio ficará fechado não resulte em um impacto tão grande no seu faturamento.

SEJA CRIATIVO! Você pode aproveitar o período carnavalesco para organizar novos eventos como os pré-carnavais ou a ‘ressaca do carnaval’, de acordo com o seu público alvo.

Lembre-se: faturar menos não representa diminuir o seu crescimento anual e, caso fature, você ainda terá mais 10 meses do ano para se recuperar.


Kanban é um termo de origem japonesa e significa literalmente “cartão” ou “sinalização”.

Em administração da produção, kanban é um cartão de sinalização que controla os fluxos das informações. O cartão pode ser trocado por outro sistema de sinalização, como luzes, caixas vazias e até locais vazios demarcados.

O Kanban é uma ferramenta administrativa fortemente ligada a produção.

A utilização de um sistema Kanban permite um controle detalhado de produção com informações sobre quando, quanto e o que produzir.

Essa metodologia foi criada pela empresa Toyota e integra o famoso sistema Toyota de produção, estando relacionada a sistemas puxados e ao conceito de entrega just in time (no momento certo), é um modelo japonês que procura eliminar estoques e agilizar a produção, termo esse que embora seja confundido com o sistema Kanban, não significa a mesma técnica.

COMO FUNCIONA O KANBAN

O ferramenta Kanban é montada através de um quadro, dividindo algumas informação, no quadro são alocados os Kanban’s com as informações das tarefas a serem executadas.

Basicamente o quadro possui três campos:

  • To Do, aonde indica as tarefas que serão executadas;
  • Doing, indica as tarefas que estão em execução;
  • Done, que são as tarefas concluídas.

Esses são os campos, porém, nada impede que sejam criados novos campos. Os campos são preenchidos com cartões, kanban’s, que trazem informações sobre a tarefa a ser executada e o nome da pessoa responsável. Cada cartão deve conter apenas uma tarefa.

Conforme o profissional for executando as tarefas, o próprio colaborador ou algum responsável pelo quadro deverá mudar os cartões de campo, movendo de To Do para Doing quando iniciar a tarefa, e de Doing para Done quando concluir.

Algumas empresas costumam adotar cores no quadro Kanban, geralmente as cores adotadas são;

  • Verde: Informa que as tarefas estão seguindo o fluxo normalmente;
  • Amarelo: Que o profissional precisa dar mais atenção para a tarefa, seja por atraso ou por questão de prioridades;
  • Vermelha: Identificando que a tarefa está em estado crítico, que seria alguma pendência ou falta de prazo.

O quadro Kanban separados por cores facilita na leitura do gestor sobre o andamento do projeto, podendo gerenciar sua equipe e programando as execução das tarefas de maior prioridade. As cores também podem ser modificadas de acordo com a vontade da empresa.

BENEFÍCIOS DO KANABAN

O kanban pode agregar vários benefícios para a sua empresa, entre os benefícios podemos citar;

Uma facilidade em visualizar o fluxo de trabalho, aonde o gestor pode identificar através do quadro o andamento da execução das tarefas alocadas.

Podemos citar uma melhoria na produção, pois todos os colaboradores estão visualizando as suas tarefas e identificando se estão produzindo no tempo certo.

O gestor tem uma tomada de decisão mais efetiva ao visualizar o quadro, sabendo quem está produzindo no tempo certo e quem está com dificuldades na execução das tarefas.

As informações das tarefas estão sendo atualizadas diariamente pelos colaboradores, aumentando o fluxo de informação do projeto.

E no decorrer dessas atividades, acaba interagindo toda a empresa para o cumprimento das suas tarefas, fazendo com que os colaboradores ajudem uns aos outros para o crescimento da empresa.


Empreendedorismo é um termo bastante usado no âmbito empresarial. O conceito foi usado pela primeira vez por Joseph Schumpeter. Significa implementar uma ideia, fazendo dela um projeto capaz de inovar ou transformar a realidade existente.

A palavra empreendimento também pode ser associada a avanço e crescimento pois empreender é crescer a partir de um pensamento inicial. O termo se refere também a criação de empresas ou inserção de um novo produto no mercado. Empreender é uma atitude que pode ser associada a crescimento. Aquele que empreende aplica uma solução inédita a um problema.

Sua Importância                                                               

A importância do empreendedorismo é que trata-se de uma ação fundamental para a sociedade.  Possibilita a busca de novas ideias para atualizar o que já existe. É através dele que uma empresa ou marca pode alcançar o ápice do desenvolvimento e empresários podem implementar seus negócios.

Uma característica relevante do empreendedorismo é o fato de apresentar muitas expectativas e conseguir atrair olhares e atenção positiva para novos objetivos. Trata-se de saber identificar possibilidades para implementar um negócio lucrativo. Por meio de ações empreendedoras as empresas são capazes de modificar o cenário econômico existente.

Empreendedorismo no Brasil

Foi a partir da era de 90 que o empreendedorismo começou a aparecer. Abriu espaço no mercado brasileiro através de empresas que procuravam aperfeiçoar suas técnicas e ações. Muitas estavam sofrendo certa desestabilização e suas marcas decresciam. Diante disso, e devido a competitividade cada vez maior no mercado, muitos empresários buscaram entender o conceito de empreender para aplica-lo a seus negócios.

Com estas alterações surgiu emergente necessidade de novos profissionais que soubessem empreender. Neste contexto teve início uma nova forma de aprendizado no Brasil. Apareceram os cursos de especialização, os pós-graduação e os profissionalizantes com foco no empreendedorismo.

Os tipos de Empreendedorismo

Com o avanço do empreendedorismo foram surgindo diversas facetas desta atividade. Diferentes tipos foram se definindo. Sendo assim, o conceito se diferenciou conforme o campo a que se referia. Temos atualmente, portanto vários tipos. Apresentamos alguns importantes a seguir.

  • Empreendedorismo Corporativo: Aplicado a empresas, corporações e organizações. O objetivo é a inovação de projetos. O profissional que se responsabiliza por isto é chamado de empreendedor corporativo. Sua função é implementar as atividades da firma com novas ideias e criativos projetos para assegurar o bom posicionamento desta no mercado. Portanto, este empreendedor busca estratégias que impulsionem o crescimento da corporação.
  • Empreendedorismo Social: O propósito deste tipo empreendedor é melhorar a sociedade por meio de projetos que enfatizem o crescimento humano e social, deixando em segundo plano os lucros. Trata-se de um processo de transformação que vai ocorrendo dentro de um contexto em que soluções inovadoras são implementadas. A finalidade é achar soluções para os muitos problemas sociais, culturais e ambientais..
  • Empreendedorismo Digital: O ato de criar um projetos no âmbito digital, seja através de sites ou plataformas acessadas através de computadores ou de celulares. Alguns exemplos tradicionais desse formato são o e-commerce (lojas virtuais), e venda de infoprodutos (cursos, músicas, filmes ou e-books).

O desejo e sonho em ter um negócio próprio é o que impulsiona a cada dia o avanço das empresas e marcas em todo mundo. Constitui importante meio de crescimento social, corporativo e ou digital.

A História

Acredite ou não, os primeiros empresários existiram a mais de 20 mil anos atrás. A primeira negociação que se tem notícia apresenta registros em Nova Guiné, ocorrendo em algum ano próximo à 17.000 ac. Ao que parece, cidadãos de uma tribo local realizavam a troca de vidros vulcânicos utilizados para produzir equipamentos por outros bens como alimentos.

Isso foi se tornando comum com o passar dos anos, realizando cada vez mais trocas entre tribos de diferentes regiões.

  • Revolução agrícola

A primeira grande mudança em empreendedorismo ocorreu durante a revolução agrícola, que ocorreu há cerca de 12.000 anos atrás. Dentro desse contexto, as pessoas deixaram de caçar e passaram a cultivar seus alimentos, tanto os animais quanto os vegetais. Formando as cidades, se viu a necessidade da especialização em diferentes profissões, ocorrendo assim cada vez a evolução das trocas de serviços.

Com o passar dos milênios, grandes cidades começaram a aparecer espalhadas pelo mundo, surgindo assim as rotas comerciais e dando lugar a grandes potências em diferentes áreas, como as negociações de arroz na ásia e de condimentos na Índia, por exemplo.

  • Mercantilismo

O período de 1550-1800 deu origem à filosofia de mercantilismo. Os seguidores desta filosofia acreditava que havia apenas uma quantidade finita de riqueza no mundo. Durante este período, os empresários eram conhecidos mais como comerciantes e exploradores do que como empresários.

  • Capitalismo

O capitalismo tornou-se mais enraizada nas sociedades ao redor do mundo. As teorias do capitalismo foram enraizadas sobretudo a partir de 1776 com a obra de Adam Smith Uma Investigação sobre a Natureza e as Causas da Riqueza das Nações , onde destruiu a ideia de mercantilismo.

Referências Bibliográficas:

Fonte: http://empreendedormoderno.com.br/o-que-e-empreendedorismo/


Foi somente a partir do início do século XX que a consultoria empresarial passou a ganhar o escopo da atividade que conhecemos hoje. Ela se desenvolveu inicialmente nos Estados Unidos e na Europa Ocidental, fundamentada em teorias, porém com foco nas soluções práticas através de técnicas e experiências. A consultoria empresarial em si é constituída, basicamente, na troca de conhecimentos e experiências de uma pessoa (consultor) para outra pessoa ou organização, em virtude de um objetivo qualquer, ou com a finalidade de diagnosticar ou formular soluções acerca de um assunto específico.

No âmbito profissional ela pode ser tratada como um serviço de aconselhamento, resultado da contratação feita por uma organização junto à pessoas qualificadas e especializadas que fornecem, de forma objetiva, a possibilidade de identificar problemas, analisá-los e encontrar suas devidas soluções, resultando na implementação das mesmas e eventual solução dos problemas identificados. A consultoria empresarial também pode ser responsável pela estruturação ou reestruturação organizacional, através do levantamento e análise de dados da atual situação corporativa, seus processos, métodos, colaboradores, etc.

Principais tipos de consultoria empresarial

Existem dois tipos de consultoria empresarial, que são: a Consultoria Interna e a Consultoria Externa. Essas atividades, de forma ampla, são o fornecimento da prestação de um serviço realizado por profissional qualificado e conhecedor do tema.

A consultoria empresarial pode ser prestada em qualquer área, setor ou segmento, uma vez que só necessita de pessoas detentoras do conhecimento para tal. O profissional consultor pode ou não estar vinculado à uma organização específica, sendo que, quando exclusivo e dedicado a uma única organização, ele é chamado de Consultor Interno (em geral empregado da organização). Aquele profissional que presta serviços esporádicos, ou de forma autônoma é considerado um Consultor Externo, onde pode ser empregado de uma empresa de consultoria empresarial por exemplo. É comum uma empresa possuir ambos os tipos de consultoria operando ao mesmo tempo, onde um não possui o intuito de substituir o outro, mas sim de complementar-se. O consultor interno pode atuar de forma que servirá mais como um apoio, focado nos projetos de consultoria e com o intuito de minimizar as desvantagens das duas condições (interna e externa) isoladamente. Já o consultor externo atua de forma mais ampla, levantando dados e análises, porém sem o poder de decisão final. Como dito antes, é correto falar que ambos os tipos de consultoria empresarial se complementam, uma vez que eles possuem vantagens e desvantagens singulares à cada um.

Vantagens e desvantagens dos tipos de consultoria

A consultoria interna possui como principal vantagem a questão de estar diariamente em contato com os procedimentos corporativos e aspectos informais da empresa (os chamados atalhos organizacionais). Esse tipo de consultoria possui maior acesso às partes interessadas (stakeholders), assim como é dotado de certo “poder informal” que facilita o seu trabalho. Apesar das vantagens, o consultor interno carece de praticidade na execução, pois não possui a chance de aplicar seus conhecimentos em diferentes casos e empresas (como o consultor externo).

Em relação ao consultor externo, como dito acima, na maioria das vezes possui larga experiência de mercado, já que está sempre em atividade, atuando em organizações diferentes e resolvendo problemas diferentes. Esse tipo de consultoria também atua com maior imparcialidade, trazendo uma visão diferente dos problemas enfrentados pela empresa, o que gera maior aceitação por parte do alto escalão da companhia.

Etapas de uma consultoria empresarial

A consultoria seja ela interna ou externa, deve estruturar um processo com várias etapas a serem percorridas em sequência, que irão de acordo com um cronograma. Ela inicia desde os primeiros contatos e reuniões entre clientes e consultores, até sua finalização em definitivo, garantindo a correta execução dos planos de ações e da qualidade do serviço prestado, geralmente são divididas em:

  • Apresentação da consultoria
  • Negociação do contrato
  • Diagnóstico e elaboração do plano de ação
  • Execução do plano de ação
  • Conclusão da consultoria
  • Monitoramento pós consultoria..

Principais aspectos e categorias da consultoria empresarial

Em geral, podemos dividir uma consultoria empresarial em quatro aspectos; Serviço ou produto, Estrutura, Consultoria personalizada, Abrangência e a Forma de relacionamento.

A consultoria empresarial é o conjunto de atividades exercidas pelo consultor (seja ele interno ou externo). Por isso, podemos entender o consultor como um agente de mudanças, que auxiliam os clientes (organizações) a entender e agir sobre os problemas que lhe afligem. No geral as consultorias podem trazer diversos benefícios para uma empresa, mas dentre os principais, nós podemos citar: a economia de tempo, a quebra de rotina, neutralidade de pareceres, catalisador de ações e a amplificação da capacidade intelectual da empresa. Não existe uma regra bem definida, já que cada projeto de consultoria possui uma forma diferente de atuar e desenvolver suas atividades. As etapas do projeto podem variar dependendo dos objetivos da consultoria empresarial.

É importante ter em mente que uma consultoria empresarial tem haver com mudança, ou seja, é a contratação do serviço que visa buscar e trazer novas tendências para dentro da empresa contratante, na tentativa de impulsionar ou melhorar os processos existentes na mesma.

Muitos se perguntam, quem precisa de consultores? A resposta pode ser justamente outra pergunta, como por exemplo, quem não precisa? Muitas empresas fracassam no seu trajeto por não possuir o conhecimento e a prática adequada de gestão empresarial. A consultoria empresarial vem de encontro às dificuldades das organizações, encurtando o tempo necessário para que as melhorias aconteçam e para que os resultados desejados também apareçam.

Vale ressaltar, que a consultoria empresarial é um processo interativo, que assume a responsabilidade de auxiliar uma organização nas suas tomadas de decisão, não possuindo, no entanto, o controle da situação.

Referências Bibliográficas:

BLOCK, Peter. Consultoria Empresarial: O desafio da liberdade. Makron, 2001;

GUTMANN, Erik e CROCCO, Luciano. Consultoria Empresarial. São Paulo. Saraiva, 2005.

OLIVEIRA, Djalma. Manual de Consultoria Empresarial. São Paulo. Atlas, 2009;

www.portal-administracao.com/2015/01/consultoria-empresarial-conceito-e-etapas.html

https://fagv.com.br/noticias/consultoria-empresarial-conceito-e-etapas/

 


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